PM adota redes sociais para combater crimes.

Públicado em: 25 de Abril de 2016 / Segunda-Feira. Nº de Visualizações: 1133

Com pouco mais de um ano de existência, a página do Facebook da Polícia Militar (www.facebook.com/pmerjoficial) tem cerca de 300 mil seguidores e foi considerada a 4ª melhor do Brasil na categoria organização governamental pelo site de avaliação Like Alyzer. Cada post rende, em média, 3.238 curtidas, comentários ou compartilhamentos. A ideia de colocar a corporação na era das redes sociais tem o objetivo de aproximar a PM da sociedade, informando sobre o trabalho desempenhado por cada setor da “família azul”. Para os internautas, a ferramenta se tornou mais um canal de comunicação com a polícia para fazer denúncias, demandar serviços e passar informações que ajudem no patrulhamento.

De acordo com o capitão Maicon Pereira, porta-voz da PM e um dos administradores da página oficial, o tempo médio de resposta é de uma hora. Uma equipe de quatro pessoas recebe as denúncias e as encaminha para o setor de Inteligência e para os batalhões da área, que ficam responsáveis por apurarem e coibirem os crimes.

“Uma das preocupações que tínhamos quando criamos a página era de mostrar que aquele era um canal oficial da polícia. Entramos em contato com cada página falsa e acionamos o Facebook para garantir o selo de autenticidade e trazer mais segurança para quem fazia denúncias pela rede”, disse o capitão.

>>> Aplicativo faz sucesso na Zona Oeste - A interação com a população não ficou só no Facebook. O 18º batalhão, em Jacarepaguá, passou a utilizar também o Twitter (twitter.com/18bpm_pmerj) há cerca de 10 meses. A ferramenta, assim como o Facebook do batalhão (www.facebook.com/18BPMPMERJ), é administrada pelo próprio comandante, coronel Rogério Figueiredo. Já o aplicativo Whatsapp (97255-9613) fica por conta de um grupo restrito do setor de Inteligência, que recebe as mensagens e as encaminha para os policiais que estão patrulhando as ruas. O anonimato é garantido.

“Essas informações passadas pelos moradores são muito importantes. Eu mesmo faço questão de responder tudo, até para saber das demandas e conseguir organizar melhor as nossas ações”, explicou o comandante.

A relação com os moradores, de acordo com o coronel, mudou. Com tanta conversa pelo Facebook, Twitter e WhatsApp, as pessoas passaram a entender melhor o trabalho da PM.


“Eles precisam saber que são os maiores colaboradores do trabalho e também os mais beneficiados. Hoje, não podemos abrir mão dessas ferramentas”, afirmou o coronel Rogério.

Fonte: Diário Oficial.
 

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